A união das três esferas do governo (federal, estadual e municipal) tem agora a desburocratização de processos públicos como um desafio que deve, prioritariamente, ser vencido em favor do atendimento aos cidadãos atingidos. Neste cenário, a eficiência é um diferencial absolutamente necessário. E tem dado certo.
“Nós liberamos recursos para o atendimento de todas essas áreas e temos o intuito de fazer essa liberação de forma menos burocrática e mais rápida possível, tendo em vista a população brasileira”, declarou ontem a presidenta Dilma Rousseff, após sobrevoar as serras atingidas.
De ontem para hoje, houve a antecipação do Bolsa Família e liberação dos recursos para o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e para o Aluguel Social. O governo também autorizou o saque ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que pode ser feito nas agências da Caixa.
Obviamente, a fiscalização e a prestação de contas na utilização de recursos públicos é uma obrigação legal e necessária, mas o processo tem sido extremamente ágil, especialmente diante dessa calamidade pública.
O governo também estuda a maneira mais ágil para também outros estados que passam por problemas relacionados às grandes chuvas, como é o caso de São Paulo (em Franco da Rocha), Minas Gerais e Goiás.